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Um queijo inédito e macio para a mesa dos brasileiros: conheça o Capa Azul Cremont

por Vicente Araújo

Um queijo de textura macia, alta umidade e sabor lácteo intenso. Assim é o Capa Azul Cremont, que tem excelente capacidade de derretimento, e o torna um dos ingredientes mais versáteis da culinária que tem o queijo como ingrediente.

Trazido da Argentina ao Brasil pela Hecke Alimentos, este tipo de queijo é o líder absoluto de consumo naquele país, representando mais da metade da produção local total de queijos, segundo o Cheese Market News.

É amplamente utilizado em sanduíches, pizzas, tortas, empanadas, pratos gratinados e, também, consumido puro, com pão ou acompanhamentos simples — uma característica que reforça sua popularidade entre diferentes faixas etárias e classes sociais.

A tradição do queijo macio remonta à forte influência de imigrantes europeus, especialmente italianos, que adaptaram técnicas de produção às condições locais.

Como é sua produção?

O Capa Azul Cremont é produzido a partir de leite de vaca pasteurizado, com adição de culturas lácticas selecionadas e coalho, que promovem a coagulação do leite. Após a formação da coalhada, ocorre um corte delicado, com pouca dessoragem, preservando maior teor de umidade — característica essencial para a textura macia do produto.

Em seguida, a massa é moldada e levemente prensada, apenas o suficiente para dar forma ao queijo. O sal é aplicado de forma controlada, geralmente por salga direta ou em salmoura leve. Diferentemente de queijos duros ou semiduros, o queijo macio não passa por longa maturação. O resultado é um queijo fresco, versátil e altamente funcional.

Mercado brasileiro

No Brasil, que está entre os cinco maiores mercados consumidores de queijo do mundo, e o primeiro da América do Sul, o Capa Azul Cremont chega em um momento estratégico. O país registra crescimento contínuo no consumo de queijos e demonstra abertura cada vez maior para produtos importados, especialmente aqueles associados à autenticidade, tradição e novas experiências gastronômicas. Só para se ter ideia, o consumo de queijo representa aproximadamente 40% do total dos derivados lácteos consumidos no país, reforçando sua importância no setor de laticínios.

Segundo Kleber Ronkoski, diretor comercial da Hecke Alimentos, a maior importadora brasileira de lácteos argentinos e pioneira na comercialização desse tipo de queijo, o Capa Azul Cremont encontra no Brasil um terreno fértil para expansão: “o Capa Azul Cremont é um queijo democrático. Ele conversa muito bem com o paladar brasileiro, tanto pela maciez quanto pela versatilidade na cozinha. Ao trazê-lo para o Brasil, queremos não apenas ampliar a oferta de queijos de alta qualidade, mas também proporcionar ao público uma experiência saborosa e que se adapte desde o cotidiano das famílias até propostas culinárias mais elaboradas”.

A estratégia de introdução do queijo no mercado brasileiro inclui ações de degustação no varejo, aproximação com chefs, pizzarias e padarias artesanais, além de conteúdo educativo e campanhas em diversas mídias para mostrar ao consumidor brasileiro como o Capa Azul Cremont pode ser utilizado em receitas do dia a dia. “Nossa ideia é apresentar o queijo não como uma novidade exótica, mas como um ingrediente que pode rapidamente se tornar parte da rotina alimentar do brasileiro, assim como aconteceu em diversos outros paises,” destaca Ronkoski.

O Capa Azul Cremont chega inicialmente em embalagens de 400 gramas, especialmente formuladas para atender às preferências e hábitos de consumo brasileiros, com foco na conveniência e na qualidade sensorial. Em breve o produto também estará à disposição na versão de 4 quilos para atender ao canal food service.

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